CeLiM ViScErAL
   



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    Saudades de Léo Batista e Cid Moreira

     

    Assisti um filme essa semana com Russel Crowe, que não lembro agora o nome. Seu personagem em determinado momento diz que, a exemplo dos humoristas, na vida nós temos que ter o “timing” .  Esse termo em inglês refere-se ao momento certo e preciso de agir. A vida parece nos oferecer oportunidades únicas e se bobearmos a oportunidade pode escapar e nunca mais voltar. Os humoristas por exemplo, muitos deles tem essa qualidade, ou seja, pressentem o momento certo de falar e assim a coisa fica engraçada. É como o bote da Leoa na pobre zebrinha, precisa ser eficiente e eficaz. Não é algo simples e talvez não seja pra qualquer um.

     

    Mas porque estou falando isso? Vou chegar lá.

    Espanta-me o declínio nos últimos anos de programas de televisão que há algum tempo atrás possuíam um padrão de qualidade mais apurado. Falar de tv no Brasil, infelizmente, ainda é sinônimo de falar a respeito da Rede Globo de televisão, já que a audiência é ainda muito superior às demais emissoras. Cito principalmente o fantástico, que ultimamente tem se superado na probreza de conteúdo e criatividade. Podem me chamar de saudosista, mas a falta que fazem os jornalistas que saíram em debandada da Globo como Paulo Henrique Amorim, Glória Maria, Roberto Cabrini, Joemir Betting entre outros, muito contribuiu para isso. Glória Maria e Pedro Bial ainda seguravam a peteca. Já o Zeca Camargo e a Patrícia Poeta são bons apresentadores, o problema não são eles, mas sim a quantidade de matérias muitas vezes supérfluas, rasas em profundidade jornalística, que já não são capazes atrair os espectadores, que assim como eu, na primeira oportunidade mudam de canal. No meu caso às vezes nem me lembro de voltar para lá e ver se tem ainda alguma coisa que interesse assistir. Nesse nicho, palmas ao Domingo espetacular da Rede Record que têm melhorado muito e já é um programa bem melhor que o fantástico, inclusive com a veia investigativa e denunciativa, essenciais à pratica do bom jornalismo. Imparcialidade é claro que não existe, não é disso que estou falando.

     

    Soma-se a isso a nova moda da equipe de esportes da globo, que tem me causado arrepios. O que no início parecia moderninho, simpático, descolado, inovador, engraçado, já começou a dar sinais de desgaste. Capitaneados por Tadeu Schimit e que, justiça seja feita, conta com muita gente boa de serviço na equipe, inclusive ele, mas que pecam ao tentar, a todo custo, fazer graça utilizando de artifícios bizonhos como o João Sorrisão, entres outras coisas “sem sal”. Todos sabem do poder de influência exercido pela mídia, mas isso já extrapola os limites da sensatez. O que quero dizer é que não é preciso um modelo, um só formato que todos  precisam seguir para que se possa fazer um trabalho bem feito. Vide os canais ESPN brasileiros que conseguem na média apresentar seus programas com qualidade, boa dose de humor de forma espontânea e com excelência e responsabilidade jornalística. Tudo que é em excesso torna-se ruim. Fazer graça não á para qualquer um, é preciso ter o timing, ou é ou não é, não tem jeito. É como colocar-me para contar piadas, não vai funcionar simplesmente, afinal cada “macaco no seu galho”, já diz o ditado. O Tadeu por exemplo é bom nisso e o faz com naturalidade, mas outros tentando fazer o mesmo, como o Escobar por exemplo, já soa forçado.

     

    E os jogadores de futebol comemorando os gols todos do mesmo jeito? Coisa triste. Isso não pode ser bom. Somos diferentes, isso é uma afronta à liberdade criativa. O gol é explosão de alegria e as comemorações não podem ser padronizadas.  Claro que muitos jogadores seguem a onda, a moda, mas todos já é demais. Imagine todos ouvindo as mesmas músicas que são sucesso, lendos os livros da moda, usando as roupas “da hora”, assistindo os mesmos programas. A mídia quer empurrar tudo isso goela abaixo. Outra grande “babaquice” ao meu ver é o tal do “inacreditável futebol clube”. Querem agora que o jogador obrigue-se a colocar a camisa do referido clube, como se aquilo fosse uma aceitação pessoal do próprios jogadores de que cometeram uma bizonhice. Até aí ainda é aceitável. O que não dá é ficar fazendo piadinha e exposição dos jogadores que não gostaram da brincadeira. É um direito deles não gostar disso e não querer participar, ou não é? Bem disse o Louco Abreu, atacante do Botafogo, que isso é coisa que inventaram para desmerecer os jogadores. Enfim, gosto é gosto. Eu não aprovo, mas engula quem quiser, afinal como já bem disse Tom Zé “A cultura de massa é um saco de gato”.

     

    Saudades de Léo Batista e Cid Moreira, esses sim “são os caras!”

     



    Escrito por Celim Visceral às 11h06
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    Mais do mesmo, mas um pouco diferente

    "Falando de nostagia de novo, vira o disco aí pô!" (diz a voz do meu inconsciente)

    rrs.... É de fato um pouco mais do mesmo, pois já escrevi sobre coisas correlatas, porém dessa vez é um pouco diferente.

    Lá vai...

     

    A cada dia que passa percebo como as coisas se tornaram diferentes. Aquilo que fazia sentido e até me empolgava deixou de ser assim. A euforia e os sentimentos de êxtase e prazer da minha juventude são coisas que não possuo mais, apenas me lembro vagamente que um dia existiram e como aquilo era bom. Digo sentimentos simples de alegria, de satisfação e empolgação em fazer algo. A maturidade chega e traz em seu bojo uma faca de dois gumes, coisas boas é claro, mas ao mesmo tempo parece nos tomar algo que nos pertencia. Vencemos muitos dos nossos medos e nos tornamos menos inseguros, mas perdemos também um tanto daquela magia que nos fazia felizes. Um amigo meu sempre diz que "somos felizes na ignorância". Acho que faz sentido.

    Desde muito novo eu vivia envolto em pensamentos diversos. Devaneios mesmo. Vivi em realidades paralelas, fantasiando muito e viajando no mundo dos sonhos. rsss... Pode parecer piada né, mas o tempo livre que tinha me propiciava isso. Mesmo que fosse aquele tempo entre sair de casa e ir para o colégio, ou enquanto tomava banho, ou no caminho de algum lugar que estivesse indo. Por esse mundo parcialmente irreal eu viajava e lá eu era tudo o que eu imaginava ser e aquela sensação era prazeroza pra mim. Coisa típica da infância sim, talvez isso tenha se estendido um tempo a mais no meu caso. Sonhava acordado mesmo, para esclarecer melhor.

    Com o passar do tempo, as responsabilidades e preocupações com trabalho e outros problemas me tiraram muito dessa capacidade, até mesmo devido ao pouco tempo ocioso que tenho hoje. Sinto falta de estar sozinho. Quando estou só, posso refletir, pensar a vida, devanear, sonhar, viajar na maionese. Isso hoje é raro e sinto que me faz falta.

     

    Sinto que o tempo não corre mais a meu favor e hoje tenho mais preocupações com horários e compromissos e/ou coisas do tipo. Penso muito em curtir cada momento e viver o presente, desvencilhando de coisas passadas e das futuras. Viver sem muitos planos, digo. Acho que precisamos planejar sim, mas somente o que é importante. Buscar objetivos e metas, isso sim. Mas planejar o cotidiano me parece uma coisa muita chata. Já ganhei diversas agendas, mas não consigo usá-las, não tenho essa capacidade. 

    Citei coisas do passado, como a perda da capacidade de sonhar entre outras coisas, mas no sentido de tentar resgatar o que era bom e não no sentido de que querer viver no passado, não é isso. Penso que a nostalgia é boa quando nos mostra as coisas boas que ficaram para trás e que éramos felizes, mesmo que não soubéssemos disso.

    Penso também no equilíbrio que devo buscar. Equilíbrio de corpo, mente, espírito, em tudo. A linha que o separa do desiquilíbrio é tênue e por isso é tão dificil manter-se. Viver bem é estar equilibrado. Mas o que isso tem a ver com o texto?

    Equilibrar-se em uma corda bamba deve ser mais fácil que isso, mas preciso buscar no passado algo que perdi e que me fazia bem e utilizá-la no presente de forma equilibrada. Melhorou agora não é?

    Abraços

    Celim

    Abraços


     



    Escrito por Celim Visceral às 10h16
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    Velhos companheiros

     

        Esta foto traz boas recordações. Não só este momento especificamente, que remonta a um passado recente. Engraçado pensar como o tempos está voando, as pessoas se separando, tomando seus rumos. Normal que seja assim né. Essa mesma turma se reuniu de novo quando? Nem sei se isso se repetiu...

    Momentos são únicos e por isso devemos viver um dia de cada vez, com o espírito leve e a mente aberta. Nada de pensar no amanhã, nem no ontem, mas no hoje, aqui e agora.

    Nostagia é importante sim, boas recordações, a certeza de que éramos felizes e talvez não soubéssemos. Será que não acontece a mesma coisa hoje? Somos felizes e não sabemos? tomara que sim...

    Como dizia Cazuza "Então, vamos pra vida".

    Assisti ao vídeo do Pré-pagos com música velhos companheiros essa semana (veja abaixo), que o Brunin me enviou. Não pude estar lá, mas me senti presente de alguma forma. A música, de certa forma, fala disso um pouco, das amizades, das lutas, da vida enfim.

    Abraços velhos companheiros!

     



    Escrito por Celim Visceral às 16h08
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    Voltando a escrever

    Por vezes tenho muita vontade de escrever. Não que eu saiba fazê-lo, mas trata-se de uma arte incrível e fico impressionado com pessoas que ecrevem bem.  Mestre José Saramago nos deixou recentemente, ficamos mais pobres sem ele. Não só os escritores me facinam, mas todos os que sabem lidar bem com as palavras e se comunicar com expressividade.

    Há aqueles que escrevem com paixão, trazem sua visão de mundo, suas experiências com tanta exatidão que sinto como se tivesse mergulhado naquele mundo e pudesse ver com os olhos do autor. Os livros são insubstituíveis ao meu ver, com toda a magia que trazem, a despeito da evolução de outros meios de comunicação, principalmente a internet. A forma de escrever tão particular e ao mesmo tempo ampla é um convite para viajarmos por mundos e realidades escondidas nas páginas e assim descobrimos coisas até então inimagináveis para nós.

    A leitura não é um hábito do brasileiro, de forma geral. Lê-se muito pouco por aqui. Vejo as bibliotecas da universidade onde trabalho quase sempre vazias de pessoas e cheia de livros. A cultura de massa no nosso país é difundida pela tv, o rádio e  e até os jornais impressos e revistas estão meio sumidos.

    Gosto de ler revistas nas salas de espera do consultório quando vou ao médico. É uma maneira boa de aproveitar aquele tempo. Não para passar o tempo como dizem por aí, falar que é pra matar o tempo soa estranho, como se o tempo fosse algo ruim né. Costumo me entreter com boas matérias que até torço pra secretária não me chamar antes de terminar a leitura, por incrível que pareça. Vejo pouca gente com interesse nisso. As revistas estão lá. Mas muito preferem apenas folear revistas, preferem as que tem muitas fotos e figuras.

    Mas, pensando bem, o que eu tenho com isso né? O nosso mal é querer que o mundo seja igual pra todos. Vamos respeitar a diversidade não é? Deixe-me com meus livros, revistas e jornais, eles me fazem bem. Estou aprendendo a filtrar melhor o que leio, eu chego lá.

    Abraços


     



    Escrito por Celim Visceral às 11h00
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    As aventuras de Gato Fernandes

    Introdução

    De tanto ler histórinhas em quadrinhos de heróis e ver desenhos animados, com a imaginação e criatividade que me afloravam naqueles tempos, criei meu próprio herói: Gato Fernandes. Ele  foi o herói da minha infância. Mas quem era esse personagem inusitado? Ora, eu mesmo, quem mais poderia ser...

    Gato Fernandes combatia o crime na região central de BQ City, andava sobre os telhados, desvendando crimes, mistérios e "otras cositas más", pelo menos na minha imaginação fértil.  A princípio ele usava uma capa e uma máscara, depois passou a dispensar o uniforme, talvez por falta de um adequado. As meninas, minhas vizinhas na época, Sara, Marta se lembra dele. Ele saía soturno, como um felino a vagar pela noite em busca de sua presa.

    Os tempos da rua são inesquecíveis realmente. Aliás imaginação fértil era qualidade que nunca faltou a galera da rua. Brincávamos desde que chegávamos da aulda até que nossas mães nos colocasses a força pra dentro de casa. Quando eu não fugia pela janela e voltava é claro. Do do meu quarto eu já ouvia as vozes da galera que se reunia, quase sempre, no passeio localizado em frente a casa da minha mãe. O desejo de estar junto com eles era latente. Se estavam lá fora eu também tinha que estar. Fosse para conversar ou brincar de qualquer coisa, a alegria de estar ali era contagiante.

    Futebol no Sesi era de lei. Pique esconde, ou qualquer outra coisa, em que todos participavam. Vôlei no lote, depois na rua Minas Gerais. Naquele tempo nossa rua tinha pouco movimento. Eram o final dos anos 80 e início dos 90. Jogávamos bola na rua, haviam bem menos automóveis. Nossa alma se alegrava com as coisas pequenas, fruto da alegria que emanava naturalmente da nossa amizade. Havia nas nossas mentes um desejo latente de viver e viver intensamente.  

    Assim Gato Fernandes forjou sua existência, fruto da minha farta imaginação. Talvez alienação, mas alienação boa essa. Porque não tínhamos outra preocupação senão viver e viver bem. Nem que que fosse "no mundo da lua", como se diz. Eu alimentava tanto minha imaginação que chegava a viver aquilo como se fosse verdadeiro. Quase um êxtase!

    Não percam os próximos capítulos desta saga...

    Abraços!

     



    Escrito por Celim Visceral às 11h05
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    Paradoxo

    Venho me lamuriar aqui hoje. Dizem que a depressão é a doença do século XXI. Pois bem. Um blog pessoal nada mais é do que um espaço onde se escreve o que quiser, como aqueles diários que, principalmente as meninas escreviam sempre que tinham vontade. Dizem que todos temos que ter nossa válvula de escape para as tensões, o estresse e as demais mazelas da vida.

    Estou Vivendo um momento particularmente diferente. Sofro com alterações de humor que tem sido mais constantes ultimamente. Alterno dias de bem-estar com outros onde me pergunto: o que estou fazendo aqui? 

    As vezes tudo parece sem muito sentido. O trabalho é bom, mas fico muito tempo por conta dele. Gostaria de ter mais tempo pra mim. Há dias em que caminho tranquilo com a certeza de que estou na direção certa. Há outros em que reflito se não estou num caminho sem volta. Eis o paradoxo.

    A vida mudou muito pra mim de tempos pra cá. Sinto muita saudade de muita coisa. Dos tempos de colégio, da saudosa rua Dr. jaime, onde brincávamos e éramos felizes, mesmo sem nos dar conta disso.

    É difícil absorver as mudanças. Eu já devia saber que assim é a vida. Nada é pra sempre. Conforme a vida segue, nós nos tornamos adultos e por consequências "mais responsáveis" pelos nossos atos, pelo menos na teoria. Isso traz consigo também um tanto de chatice pois o adulto é por diversas vezes um ser chato, demasiadamente racional.

    Por que falo de depressão? Penso que em maior ou menor grau todos nós sentimos ela na pele, com nossas amarguras, tristezas e desventuras. A aventura da vida é interessante. Complexa. Muitas vezes acreditamos em algo piamente e sem mais nem menos descubrimos que estávamos enganados. Decepções, traumas, dores de barriga.

    Ninguém disse que a vida seria fácil não é? Sim, claro. A vida adulta é bem complicada, pra não dizer problematica. O que é a felicidade? Buscamos a felicidade onde? Isso é possível? Me disseram que para sermos felizes precisamos primeiro proporcionar felicidades aos outros sem esperar nada em troca.  Uma utopia quase.

    São tantos problemas ou não há problemas. Um vazio me consome por hora. Sinto isso. Não é constante, mas costuma ir e voltar. São dias difíceis pra mim, um paradoxo.  

    Depois dos trinta estamos mais propícios às mazelas da vida.

    Estou me tratando, espero recuperar a velha forma. Amém!

     



    Escrito por Celim Visceral às 16h16
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    Algo menos Cult

    "...vida vida vida, que seja do jeito que for, mar amar humor, se é dor quero um mar dessa dor ái, quero meu peito repleto de tudo que eu possa abraçar, quero a sede e a fome eternas de amar e amar e amar" . Gonzaguinha era um cara foda né, as letras deles eram fortes, inspiradoras. Fico pensando no que ele sentia quando as escreveu.

    Não é a primeira vez que falo em inspiração. Considero esse tema importante, fazer as coisas sem isso é no mínimo mais chato e a chance de ficar ruim aumenta muito. Mas quando é que nos inspiramos? Como fazer pra nos inspirar?

    Muitas vezes a minha saída é na arte seja uma música, ou um filme, um livro. O cotidiano não ajuda muito porque a rotina é foda né. O grande desafio é fazer a rotina ficar mais interessante ou pelo menos menos chata. Infelizmente é algo que tenho que aprender a lidar, não tem saída.

    O trabalho. É necessário sim, afinal precisamos produzir alguma senão seremos taxados de "inúteis" e como existe esse espécime por aí, hein? Mas a carga horária é que é difícil. Hoje fico praticamente o dia inteiro por conta, só sobrando um tempinho à noite. O que fazer nesse tempinho que me sobra? É tão pouco que se eu demorar demais pra pensar ele acaba... Talvez pudéssemos trabalhar em um horário reduzido e nem por isso menos produtivo. Algo mais concentrado sabe, direto ao ponto, sei lá. Fato é que estou há quatro anos sem férias e começando a pirar.

    Acho que viajei demais hoje... hehe!

    Obs.: Abraços e Até+

     



    Escrito por Celim Visceral às 14h39
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    Novas percepções e Novas formas de informação

    Interessante pensar que existe tanta coisa que podemos aprender todos os dias. O modo como enxergamos uma coisa pode ser alterado. Veja bem que eu disse pode. Não que o sujeito não tenha opinião própria mas, à medida em que passa a observar o fato do ponto de vista diferente do seu, começa a visualizar algo que não era possível ver da sua posição anterior. Da mesma forma, quando pessoas de formações diferentes estudam um objeto comum as percepções acerca dele podem ser distintas.

    Hoje em dia a ciência evoluiu muito e em contrapartida os conhecimentos marginais estão ganhando mais terreno. Os conhecimentos práticos estão sendo mais valorizados pela nova forma de se tratar a informação. Hoje a informação é um bem muito valioso, quem a tem cada vez mais se encontra em posição privilegiada em relação aos demais. Mas, diferentemente do que pode se imaginar, a informação valiosa não é só aquela produzida nas grandes universidades mas toda e qualquer informação produzida por qualquer que seja a fonte pode ser importante.

    Até que eu era bunitim!

    No mundo da internet, as informações podem ser acessadas por qualquer um, com um pouco de paciência e disciplina é possível pesquisar, aprender e até estudar. As antigas enciclopédias estão cada vez mais esquecidas nas prateleiras das estantes de nossas casas. Com a velocidade da informação atual se tornou quase impossível elencar conhecimentos de forma atualizada em livros. O ambiente virtual nos propicia uma infinidade de possibilidades de informação constantemente atualizadas, bastando apenas um pouco de imaginação aos internautas em suas buscas. Onde consultar sobre um assunto: no Wikipédia ou na Barça? No google ou no almanaque 2008?

    Longe de mim dizer que os livros estão dispensados. Folear as páginas de um livro ainda é indispensável. A magia contida ali ainda é insubstituível ao meu ver. Fato é que com a evolução dos conhecimentos e velocidade da informação virtual, a ciência e as disciplinas, assim como a universidades já não tem mais o título de detentoras ou difusoras do conhecimento. Ainda sim, são aquelas que certificam o aprendizado e concedem títulos e diplomas. Um desafio e tanto para as escolas e universidades hoje em dia, trazer inovação e acompanhar o ritmo alucinante da informação promovida por meios informais.



    Escrito por Celim Visceral às 12h21
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    Viver um dia de cada vez

    Tá aí um grande desafio. Tem até uma musiquinha que fala isso ai tocando na rádio né... Bem, a rotina é uma coisa complicada. Levanto todo dia as 06:45, entro no chuveiro, tomo um café correndo, saio pra pegar o busão pra São João. No caminho e no ponto, as caras que vejo tbm são repetidas,os carros e motos tb (desculpem minhas abreviaturas tipo miguxês - linguagem da internet acaba viciando). Trabalho pode ser uma fuga pra isso, desde que eu procure fazê-lo de forma diferente a cada dia - o que nem sempre é possível.

     

    Ps.: O que a imagem tem a ver com o que estou escrevendo? Eis o paradigma: Pq precisa ter a ver? Seria isso uma fuga ao lugar comum? Rssss

    Um dos males do mundo moderno é a ansiedade que nos assola. Vivemos preocupados com amanhã, com o fim de semana, com o jogo de quarta ou o futebol no sábado, ensaio no domingo (aliás o último eu faltei - foi mal). O que tenho de bom pra fazer hoje? vou curtir a aula com entusiasmo, o trabalho não como rotina mas com mais prazer. Almoçar mais devagar pra saborear melhor a comida, estudar com mais atenção e intenção de aprender bem.

    Difícil dizer como mas o cotidiano precisa ser nosso foco porque é nele que fazemos de fato a nossa vida e contamos a nossa história. O presente está agora sobre nosso controle, o futuro não e o passado são boas lembranças mais não nos serve mais. Se quem vive de passado é museu e do futuro é advinho, então tenho que me concentrar no hoje e em como posso fazer coisas interessantes, produtivas agora.

    Bem, vou tentar começar agora... Bom trabalho, bons estudos e boa diversão para todos nós...

     



    Escrito por Celim Visceral às 10h41
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    Dias favoráveis

    Falar sobre nossos fracassos e derrotas é talvez uma forma de nos descobrirmos e conhecermos mais a nós mesmos. Aceitar nossos erros,tentar corrigí-los, mudar o foco,ver onde falhamos... levantar a cabeça, mudar, arriscar-se mais...

    Passei por maus momentos nos últimos tempos (desculpem se já disse isso no texto anterior) com problemas no trabalho. 1.º fui demitido, meu mundo desabou! Sensação terrível q nunca imaginei q um dia experimentaria. Pra se reerguer é foda, a sensação é de eu era o último dos espécimes, rebaixado ao último nível da capacidade humana. Uma demissão não é facilmente "digerida" por um indivíduo em pleno gozo de suas faculdade mentais. Pensei em muitas coisas naquele momento. A vergonha é um sentimento inevitável num 1.ºinstante. Senti muito, chorei como uma criança. Não tinha vontade de fazer mais nada. Meus dias ficaram tediosos,nada me interessava.

    Mas, o tempo foi passando,"reorganizei as idéias" (como diria o saudoso Chico Science), reergui a cabeça e parti para a luta. Foi um tempo muito difícil pra mim e até hoje ainda não tinha tido coragem de escrever sobre isso. Há momentos na vida em q precisamos mudar, arriscar mais, sair da rota tradicional, trilhar novos caminhos.

    continua...

     

     



    Escrito por Celim Visceral às 20h00
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    ZIne lista 2

    Galera, achei legal publicar esta lista que demonstra os discos e consequentemente as bandas q mais fizeram a minha cabeça. Não necessariamente é uma ordem de preferência, pois não gosto de comparações quando o assunto é música. São apenas importantes para mim. Viagens Viscerais... OBS.: Em breve lançarei a lista de nacionais. Quiz separá-las pois julgo difícil comparar nacionais com internacionais e achei q ficaria + legal assim.

    então lá vai...

    ZINE LISTA 2

    POR CELIM VISCERAL

    1 TEN PEARL JAM – "O primeiro disco costuma ser sempre o melhor", é o caso do Pearl Jam. A banda consegue fazer logo em seu álbum de estréia o que parecia impossível até então, unir guitarras mais agressivas com belas melodias, sem perder a atitude e "identidade rocker". Eddie Vedder está simplesmente insuperável neste disco.

    2 DIRT ALICE IN CHAINS – O disco sucessor de FACELIT não poderia ser melhor. Os caras acharam o verdadeiro som da banda. Layne está cantando muito e a banda está em perfeita sinfonia. Pena que tal perfomance não se repetiu em álbuns posteriores. Talvez por isso, este é realmente um disco especial.

    3 INCESTICIDE NIRVANA – Na verdade trata-se de uma coletânea de demos e lados B do Nirvana. Essa é a graça deste disco que chegou às lojas logo após ao "furacão" chamado Nervermind, que àquela altura já fazia grande sucesso mundialmente, mas que aos poucos ia ficando saturado devido à sucessivas execuções nas rádios. Incesticide veio para mostrar que o Nirvana era sim uma grande banda alternativa e underground.

    4 SUPERAKNOWN SOUNDGARDEN – Neste disco, definitivamente Cris Cornell mostra todo seu talento, buscando linhas mais melódicas e agradáveis em seu estilo de cantar. O que ouvimos hoje em sua nova banda, o Audioslave, com certeza começou ali. Faixas como Limo Wreck e a faixa título Superaknown falam por si mesmas.

    5 TEMPLE OF THE DOG TEMPLE OF THE DOG – A morte de Andrew Wood, então vocalista do Mother Love Bone, aclamada banda de Seattle nos anos 80, reuniu os então remanescentes integrantes da banda, além de amigos como Cris Cornell e Matt Cameron que decidiram gravar um disco em sua homenagem. Talvez nem eles mesmo imaginavam o resultado: Um dos grandes álbuns da era grunge, superando até mesmo discos posteriores de bandas de Seattle. Imperdível!

    6 SIAMESE DREAM SMASHING PUMPKINS – Billy Corgan é realmente uma figura à parte na história do rock contemporâneo. Os Pumpkins, apesar de não estourarem como as demais bandas grunges da época, sempre estiveram presentes no movimento, mesmo que comendo pelas beiradas. Em Siamese Dream a banda se supera e mostra o seu melhor trabalho, simples e ao mesmo tempo virtuoso e visceral. Em resumo: Brilhante!

    7 CONTDOWN TO EXTINCTION MEGADETH – Vocês podem dizer: O Megadeth fez disco melhores que esse pô! Tudo bem, mas deixe-me explicar. Este álbum marcou minha vida e por isso o considero tão importante. Tudo bem que Rust in Peace é mais pesado e Youthanásia mais bonito de se ouvir, mas esse é o mais visceral. Ouça "This was my life" e entenderá o que estou falando. Como já sabemos os caras estão voltando, para o bem de todos e felicidade geral da nação rockeira. Logo, a lápide abaixo é puro marketing de Dave Mustaine...

    8 OK COMPUTER RADIO HEAD – Como uma banda inglesa você já pode desconfiar que vêm coisa boa por aí. Talvez o Radio Head seja o que é por fazer justamente o contrário do que faz o Oásis, ou seja, um anti-marketing que acaba se convertendo em sucesso. Não é preciso dizer que são os melhores do mundo, basta fazer um som honesto e ele falará por si próprio. Ok Coputer é um divisor de águas entre o rock tradicional e o alternativo. É o som depressivo, imperfeito e angustiante e ao mesmo tempo belo. Obrigatório.

    9 VULGAR DISPLAY OF POWER PANTERA – Trash metal de primeira. O Pantera é tudo que queríamos ouvir quando éramos adolescentes e revoltados com o mundo e o sistema: peso, vocais gritados, guitarras animais e porradaria sonora. Como diria Phil Anselmo: "FUCKING HOSTILE"...(Som hostil e do Car...)

    10 LA SEXORCISTO WHITE ZOMBIE – Rob Zombie é uma das figuras mais bizarras e interessantes do rock contemporâneo. No White Zombie ele conseguiu fazer do trash um som vibrante e interessante, ao misturar sons eletrônicos e diferenciados. Se você gosta dos discos de Rob Zombie solo, mas não ouviu este ainda, não sabe o que está perdendo.

    11 NEVERMIND THE BOLOCKS SEX PISTOLS – Os Sex Pistols foram e sempre sempre reverenciados por tudo que fizeram pelo rock. Em tempos de guitarristas virtuosos do rock progressivo com disco feitos de músicas de 15 minutos e coisas do tipo, eles vieram pra lembra que o elemento principal estava faltando: atitude. Logo, se você gosta do Blink 182, tudo bem, gosto é gosto e não se discute, mas por favor não chame isso de punk.

    12 LOCO LIVE RAMONES – Continuando o raciocínio anterior, caso você ainda esteja na dúvida, ouça este disco ao vivo que é uma verdadeira aula de punk rock. O resto é simplesmente derivado. Gabba gabba rei, Let´s go... Viva os Ramones!

    13 WAITING FOR THE SUN THE DOORS – Jim Morrison, o poeta do rock visceral, síntese da loucura da juventude dos anos 60, psicodelia e poesia, atitude em forma de música. Os The Doors talvez nem tiveram tempo para entender o que eles mesmos criaram, ou seja, um som novo para a época, que não foi e jamais poderá ser copiado e nem compararado a nada. Simplesmente The Doors. "...Waiting for sun yaeh, yeah..." 

    14 SUICIDAL FOR LIFE SUICIDAL TENDENCIES – Mistura de hip hop, com rap, com influências diversas, misturado ao heavy metal, ao trash através de uma fusão perfeita. Nâo há palavras para descrever o som que esses caras fazem.

    15 LET´S GO RANCID – Se o punk moderno tem um sucessor de respeito, ele é o Rancid. Esta banda de Nova York, consegue fazer do punk uma aventura empolgante com músicas que encaixariam perfeitamente em trilha sonora para esportes radicais. Em Let´s go, o Rancid está em grande forma e criativo como nunca. Um disco imperdível para "calibrar" nossa veia punk adormecida.



    Escrito por Celim Visceral às 16h46
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    Zine Listas

    Galera voltei!!!

    Minhas férias foram ótimas, graças à Deus. Agora estou de volta à labuta, fazer o que, né?

    Bem, em homenagem ao meu caro amigo Tyl Flei e por entender ser esta lista bacana, estou republicando a Zine Lista 1(créditos p/ Tyl Flei). Para quem não sabe, esta é a lista das bandas que o cara + gosta. Então divirtam-se...

    ZINE LISTA 1

    POR TYL FLEY

    1 IS THIS IT - THE STROKES – O som dos Strokes não é novidade. Penso que tem alguma coisa dos Stones, rock do bom, final dos anos 60 e daí em diante. Este CD mostra exatamente isso, mas com outra cara, ou seja mais teen, mais fácil de ouvir para momento atual do rock...

    2 AUDIOSLAVE – AUDIOSLAVE – O CD é porrada, é romântico, é até meio "deprê", tudo na dose certa. Parece que Chris Cornell não vai mais parar de compor tão bem.

    3 PEARL JAM – VS – Este disco supera seu antecessor, o aclamado TEN uma fase que a banda deveria ter dado continuidade.

    4 JETRO TULL – AQUALUNG – Um clássico dessa superbanda. Ian Anderson com sua flauta mágica e seu violão tocando belíssimas canções.

    5 SUPERTRAMP – QUEST MONT – Momento inspirado dos caras. Músicas com Babagi e Give Little bet, demonstram um clima melancólico e ao mesmo tempo otimista que se pode levar a vida.

    6 RAMONES – LOCO LIVE – Apesar de ser uma coletânea ao vivo, esse CD mostra a verdadeira energia e atitude punk dos Ramones.

    7 WHITE ZOMBIE – LA SEXORCISTO – Se isso é Devil Music, é de primeira. Um som agressivo e muito interessante.

    8 PANTERA – VULGAR DISPLAY OF POWER – Nada melhor pra quem quer descobrir o mundo do trash. Riffs destruidores e um vocal presente e marcante de Phill Anselmo.

    9 AC/DC – LIVE – Essa também é o tipo de banda que põe qualquer roqueiro maluco, principalmente quando é ao vivo.

    11 LINYRD SKYNYRD – FREEBIRD – É blues, é country rock, é uma banda do "K". Os guitarristas fazem a festa, detonado solos para todo lado. Destaque para a incrível faixa título Freebird.

    12 COLD PLAY – PARACHUTES – É uma boa surpresa para quem acha que a única Faixa legal do disco é Trouble.

    13 ALICE IN CHAINS – UNPLUGGED MTV -

    14 NIRVANA – NEVERMIND –

    15 RADIO HEAD – THE BENDS -



    Escrito por Celim Visceral às 16h39
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    Férias

    Galera, estou saindo de férias hoje. Estou precisando descansar pois já estou ficando estressado. To indo para a praia hoje e espero que seja um passeio maravilhoso. Minha família já está lá, só falta eu. Dia 07 de março volto ao trampo e consequentemente a postar mensagens aqui. Valeu pela compreensão (até parece que tem alguém preocupado com isso né? só eu mesmo) rsrs...

    Bem, bom carnaval a todos e não bebam demais..

    Até a volta...

     



    Escrito por Celim Visceral às 10h31
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    2005 - Novos tempos e novas emoções

    2005 começa prometendo. A bem tempo que não posto nada por aqui, por falta de tempo e tbem de vontade de fazer. Desde que voltei de Sampa, onde aliás a cirurgia do meu pai foi um sucesso, estou adiando a atualização do blog. Mas, 2005 promete ser um grande ano e quem sabe o melhor de nossas vidas. Portanto, bola pra frente.

    Vida que segue em ritmo ainda lento. Carnaval chegando, praia, descanso. Preciso de férias, no final de ano não consegui descansar nem um pouco. O serviço já me desgasta principalmente psicologicamente. A tensão permanente na busca por dias melhores ainda é o fator mais crítico, refletindo até na minha saúde. Bebedeiras já não são digeridas da mesma forma pelo meu organismo. As coisas me estressam com mais facilidade. Socorro! preciso de um relax!

    Dias tristes I

    Nos últimos tempos temos tido perdas terríveis: Amigos, chegados, parentes e outras mortes de barbacenenses que nos afetaram. Na madrugada da última quarta-feira mais um fato trágico abalou a cidade. Um rapaz de 23 anos, cujo nome prefiro ocultar, faleceu subitamente ao chegar em sua casa. Dizem que passou a noite num bar com amigos e que tinha problemas cardíacos. Ao chegar em sua casa passou mal, caiu no corredor e sem forças para pedir socorro ainda tentou se arrastar. Em vão. Faleceu dentro da própria casa sem poder ser socorrido por sua família que dormia e não podia imaginar o que se passava. (fontes de informação não oficiais)

    Muitas hipóteses foram e serão levantadas sobre as verdadeiras causas de mortes como esta: problemas de saúde, exageros no álcool, drogas, vida desregrada? Bem, não se sabe. No entanto, é preciso analisar bem os fatos e pensar até que ponto isso vale a pena. Quando a vida está em jogo (e só temos uma) é preciso dizer que ser careta não é tão mal assim. Informação sobre isso todos nós temos e isso ninguém pode negar. Sabemos o quanto é perigoso se envolver com drogas pesadas e exagerar no consumo de substâncias nocivas, mas parece que dá um branco na galera nessas horas. Sexo, drogas e rock em roll. Este é um lema questionável, tendo em vista as diversas vítimas que conhecemos. Vamos pegar mais leve galera, fiquemos com o rock en roll e o sexo. Esses sim indispensáveis.

    Dias tristes II

    Outro caso recente foi em especial para mim ainda mais chocante. Rúbio, amigo meu de longa data veio a falecer vítima de um trágico acidente na BR-040 próximo a cidade de Carandaí. Isso já faz quase um ano, mas só agora tive vontade e condições para falar sobre isso. Em sua breve vida, ele foi um cara que aprendi a admirar pelos suas vários qualidades que agora exalto, e sem nenhuma hipocrisia, pois tinha por ele grande consideração. Era um amigo de todas as horas, brincalhão, sempre disposto a bater um papo. Apesar de sua boa condição financeira sempre manteve a humildade e simplicidade, sem deixar de lado sua maneira extrovertida de enxergar o mundo. Ele era para mim um exemplo de pessoa alto-astral, alto estima, que acreditava na vida e nas pessoas. fico imaginando para onde vão todas essas pessoas que nos deixam sem maiores explicações e sem sequer dizer adeus, criando uma enorme lacuna em nossas vidas.

    Um abraço cara, fique com DEUS. Ele com certeza te indicará o caminho da luz. Aonde estiver saiba que estamos torcendo por você...

    DROGAS VOL I

    Indicutível é o poder destrutivo das drogas. Esse é um assunto que pode parecer massante ao eventual leitor desse humilde e estranho blog. Mas, quando a morte passa perto de nós, levando pessoas que admiramos e amamos, de fato uma reflexão maior se faz necessária. Não podemos esquecer as diversas vítimas de tóxicos e do álcool.

    Longe de mim parecer um cara moralista. Não me considero assim. Não pense o leitor que estou aqui para dar lições de moral, longe disso. Penso que tudo na vida exige equilíbrio. Nem sempre fácil de atingir, às vezes parecendo quase impossível atingí-lo. É o que se chama popularmente de bom senso. Qualidade rara hoje em dia nas pessoas. Bom senso ao volante, no bar, nas academias, na vida profissional, enfim em tudo.

    Para você eventual leitor, que chegou até esta parte do texto, disponibilizo um link com um trecho de uma entrevista com um drogado. Nada + nada - que Layne Stanley (líder e vocalista da aclamada banda grunge Alice in Chains, que fez grande sucesso nos anos 90). Na verdade trata-se de um livro que conta um pouco de sua vida. O site www.rockwave.com.br, disponibiliza um trecho do livro, contendo uma entrevista com Layne. Relato simples mas chocante da realidade de um viciado. Clique abaixo:

     http://www.rockwave.com.br/internotas/mostra_internota?internota_id=8535

     


     

     

     



    Escrito por Celim Visceral às 08h07
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    Notícias Viscerais

    Finalmente alguém se lembrou de Layne Stanley, grande vocalista do Alice in Chains morto recentemente. Livro divulga a última entrevista do cara...até que enfim!

    Livro revela última entrevista de Layne Staley

    http://www.rockwave.com.br/internotas/mostra_internota?internota_id=8535

    fonte.:http://www.rockwave.com.br

    Integrantes do AiC se despedem de Layne Staley... (postado no site oficial do AIC)

    Integrantes do AiC se despedem de Layne Staley
    [Envie para um amigo]
    Tristes pela perda do amigo e vocalista Layne Staley, os integrantes remanescentes do Alice In Chains escreveram uma nota de pesar sobre o assunto. Na última sexta-feira (dia 19), Staley foi encontrado morto em seu apartamento, em Seattle, já em fase de decomposição (veja internota). O corpo foi identificado horas depois, mas o veredicto sobre a causa da morte ainda não foi divulgado. Veja abaixo, o que o guitarrista Jerry Cantrell, o baixista Mike Inez e o baterista Sean Kinney escreveram no site aliceinchains.net:

    No dia 19 de abril de 2002, nosso amigo Layne Staley foi encontrado morto em sua casa, em Seattle. A causa oficial da morte ainda permanece desconhecida.

    Ontem, nós todos conseguimos nos reunir em Seattle; é bom estar com os amigos e com a família, enquanto lutamos para lidar com essa imensa perda... e tentar celebrar sua imensa vida. Nós estamos procurando por todas aquelas coisas: conforto, propósitos, respostas, algo para se agarrar, um jeito de deixá-lo partir em paz.

    Na maioria das vezes, nós ficamos desanimados com a morte do nosso amigo maravilhoso. Ele foi um homem carinhoso com um ótimo senso de humor e um profundo senso de humanidade. Ele foi um músico sensacional, uma inspiração e um estimulo para muitos. Ele fez uma grande música e a deu de presente para o mundo. Nós estamos orgulhosos de tê-lo conhecido, de tê-lo como amigo e de ter criado música com ele.

    Na última década, Layne lutou absurdamente - nós só esperamos que ele finalmente tenha encontrado a paz.

    Nós te amamos, Layne. Com carinho . Nós sentiremos muitas saudades... eternamente.

     



    Escrito por Celim Visceral às 20h07
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